Os problemas ligados ao clima podem gerar 200 milhões de refugiados nos próximos 30 anos, segundo a organização de protecção do ambiente Greenpeace, baseada num estudo de um professor da Universidade de Hamburgo, na Alemanha.
As condições de vida de centenas de milhões de pessoas, em particular nos países mais pobres do mundo, deverão deteriorar-se de tal forma que estas terão de abandonar os seus países para conseguirem sobreviver, segundo o estudo de Cord Jakobeit.
Actualmente existem já mais de 20 milhões de pessoas deslocadas devido às consequências do aquecimento climático, sobretudo no Sahel africano, no Bangladesh e nas ilhas do Pacifico Sul, segundo este estudo.
O perito em clima do Greenpeace Andree Böhling, insurgiu-se afirmando que «enquanto os países mais pobres do mundo, que não pode têm nada a haver com o aquecimento climático, são os primeiros a serem atingidos, os Estados industriais negam as suas responsabilidades e protegem-se dos exilados através de leis».
Diário Digital / Lusa
19-06-2007 22:23:00
As condições de vida de centenas de milhões de pessoas, em particular nos países mais pobres do mundo, deverão deteriorar-se de tal forma que estas terão de abandonar os seus países para conseguirem sobreviver, segundo o estudo de Cord Jakobeit.
Actualmente existem já mais de 20 milhões de pessoas deslocadas devido às consequências do aquecimento climático, sobretudo no Sahel africano, no Bangladesh e nas ilhas do Pacifico Sul, segundo este estudo.
O perito em clima do Greenpeace Andree Böhling, insurgiu-se afirmando que «enquanto os países mais pobres do mundo, que não pode têm nada a haver com o aquecimento climático, são os primeiros a serem atingidos, os Estados industriais negam as suas responsabilidades e protegem-se dos exilados através de leis».
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