9 de Novembro de 2007, 14:44
Lisboa, 09 Nov (Lusa) - O ministro do Ambiente afirmou hoje que a forma como vão ser reduzidas as licenças de emissão de dióxido de carbono atribuídas às indústrias portuguesas, em resultado das exigências de Bruxelas, "é um problema da Economia".
Francisco Nunes Correia, questionado pela Agência Lusa sobre o processo relativo ao Plano Nacional de Atribuição de Licenças de Emissão de gases poluentes (PNALE II), que a Comissão Europeia obrigou a reduzir, afirmou que a Comissão para as Alterações Climáticas (CAC), que vai determinar como cumprir esta decisão, reuniu recentemente devendo "haver resposta dentro de uma ou duas semanas".
Na CAC têm assento representantes de vários departamentos do Estado com competências nesta área, tendo o ministério da Economia "uma palavra muito importante a dizer", sublinhou o governante, à margem de um encontro informal com jornalistas.
"A redução dos três por cento não é um problema ambiental, é da economia", justificou.
O PNALE II, que inicialmente atribuía à indústria portuguesa 37,9 milhões de toneladas de licenças de emissão, foi aprovado em Outubro pela Comissão Europeia limitando as licenças para o período 2008-2012 a 34,8 milhões de toneladas, um corte de três por cento face à última proposta de Lisboa.
O regime comunitário de comércio de licenças de emissão (CELE) pretende assegurar a redução das emissões de gases com efeito de estufa dos sectores da indústria e energia abrangidos ao menor custo para a economia, contribuindo para o cumprimento dos compromissos assumidos pelos Estados-membros no âmbito do Protocolo de Quioto.
A segunda fase do CELE, relativa ao período 2008-2012, tem início a 01 de Janeiro.
A Agência Lusa procurou saber a posição do ministério da Economia sobre este processo, mas não obteve resposta em tempo útil.
VP/RCR.
Lusa/fim
Lisboa, 09 Nov (Lusa) - O ministro do Ambiente afirmou hoje que a forma como vão ser reduzidas as licenças de emissão de dióxido de carbono atribuídas às indústrias portuguesas, em resultado das exigências de Bruxelas, "é um problema da Economia".
Francisco Nunes Correia, questionado pela Agência Lusa sobre o processo relativo ao Plano Nacional de Atribuição de Licenças de Emissão de gases poluentes (PNALE II), que a Comissão Europeia obrigou a reduzir, afirmou que a Comissão para as Alterações Climáticas (CAC), que vai determinar como cumprir esta decisão, reuniu recentemente devendo "haver resposta dentro de uma ou duas semanas".
Na CAC têm assento representantes de vários departamentos do Estado com competências nesta área, tendo o ministério da Economia "uma palavra muito importante a dizer", sublinhou o governante, à margem de um encontro informal com jornalistas.
"A redução dos três por cento não é um problema ambiental, é da economia", justificou.
O PNALE II, que inicialmente atribuía à indústria portuguesa 37,9 milhões de toneladas de licenças de emissão, foi aprovado em Outubro pela Comissão Europeia limitando as licenças para o período 2008-2012 a 34,8 milhões de toneladas, um corte de três por cento face à última proposta de Lisboa.
O regime comunitário de comércio de licenças de emissão (CELE) pretende assegurar a redução das emissões de gases com efeito de estufa dos sectores da indústria e energia abrangidos ao menor custo para a economia, contribuindo para o cumprimento dos compromissos assumidos pelos Estados-membros no âmbito do Protocolo de Quioto.
A segunda fase do CELE, relativa ao período 2008-2012, tem início a 01 de Janeiro.
A Agência Lusa procurou saber a posição do ministério da Economia sobre este processo, mas não obteve resposta em tempo útil.
VP/RCR.
Lusa/fim
Sem comentários:
Enviar um comentário