
As medições efecuadas pelo satélite Envisat demonstraram que a perda de ozono, molécula extraída do oxigénio que permite filtrar os raios ultra-violetas do Sol, nocivos para a saúde, atingiu este ano 27,7 milhões de toneladas, contra os 40 milhões em 2006.
«Mesmo que o buraco seja um pouco mais pequeno do que o habitual, não podemos concluir que a camada de ozono já se restabeleceu», ressalvou um especialista do Instituto Meteorológico da Holanda, acrescentando que «este ano, o buraco esteve menos centrado no Pólo Sul do que em anos anteriores, o que permitiu uma mistura de ar quente que limitou o desperdício de ozono».
O buraco do ozono, favorecido pelo frio durante o Inverno austral, aparece normalmente no princípio de Agosto, atinge o seu máximo em Setembro e desaparece entre Novembro e Dezembro.
Lusa / SOL
Sem comentários:
Enviar um comentário